domingo, 4 de março de 2007

VÍDEOS ECLIPSE

http://www.youtube.com/watch?v=Tw_dHy6bQcc

ECLIPSE LUNAR VISTO DE LONDRES

ESSA É MUITO BOA!!!!!!!

BRIGA DE CASAL....
O marido e a mulher não se falavam há uns três dias... Entretanto, o homem se lembrou que no dia seguinte teria uma reunião muito cedo no escritório.
Como precisava levantar cedo, resolveu pedir à mulher para acordá-lo.
Mas para não dar o braço a torcer, escreveu num papel:
"Acorde-me às 6 horas da manhã".
No outro dia, ele levantou e quando olhou no relógio eram 9h 30min.
O homem teve um ataque e pensou:
-"Que absurdo, que falta de consideração, ela nem me acordou..."
Nisto, olhou para a mesa de cabeceira e reparou num papel no qual estava escrito:
"...São seis horas, levanta!!!"
Moral da História:
Não fique sem falar com as mulheres, elas ganham sempre, estão certas sempre e são geniais nas suas vinganças.*

sábado, 3 de março de 2007

DAN BROWN


Foi o homem, e não Deus,
quem criou o conceito de pecado original"

"O Graal é, literariamente, o símbolo antigo do feminino, e o Santo Graal representa a divindade feminina e a Deusa, que por suposto se tinha perdido, suprimida de raíz pela Igreja. O poder da mulher e a sua capacidade para engendrar vida foram noutro tempo algo de muito sagrado, mas representava uma ameaça para a ascenção da Igreja predominantemente masculina e por essa razão a divindade feminina começou a ser diabolizada pela Igreja que considerava a mulher impura. Foi o homem, e não Deus, quem criou o conceito de pecado original, pelo qual dizia a Eva comeu a maçã e provocara a queda da humanidade. A mulher antes sagrada e a que engendrava a vida converteu-se na inimiga. (...)”

IN O CÓDIGO DA VINCI
de Dan Brown

MACHISMO OU MISOGINIA?

MACHISMO OU MISOGINIA?
- ou o medo ancestral das mulheres e do seu poder...

LEIAM ATENTAMENTE O QUE OS HOMENS PENSA(V)AM
DA MULHER ATÉ CHEGARMOS AO MOVIMENTO SOCIALISTA...
(...)
"Voltaire sustentava que as mulheres eram inferiores aos homens, porque ''o sangue delas é mais aquoso''. E Rousseau afirmava: ''toda a educação das mulheres deve ser relativa aos homens''. Elas deveriam ser educadas para ''agradar aos homens, ser-lhes úteis''. Para ''tornar-lhes a vida agradável e doce''.

Antes desses dois bravos pensadores, Montaigne definia o papel que cabia à mulher com três palavras: ''sofrer, obedecer, consentir''.



No século 19, outros autores importantes dizem outras barbaridades. Balzac advertia: ''As mulheres devem aprender muitas coisas, mas só aquelas que convém que elas saibam''. E Byron sustentava que as mulheres só deviam ler livros edificantes, religiosos, ou então livros de cozinha.
(...)
Os intelectuais não são diferentes do comum dos mortais, no que se refere à receptividade de distorções ideológicas. Os líderes políticos também não se distinguem de seus liderados, nesse aspecto.

Napoleão Bonaparte, por exemplo, assegurava: ''A mulher é nossa propriedade e nós não somos propriedade dela. Ela nos dá filhos, nós não damos filhos a ela. Ela é, pois, propriedade, tal como a árvore frutífera é propriedade do jardineiro''. Trata-se - vale a pena ressalvarmos - de uma expressão infeliz, qualquer que seja o plano em que a interpretarmos. De onde Napoleão tirou a idéia de que a árvore frutífera é propriedade do jardineiro? O que nós podemos verificar é que o jardineiro não costuma ser o ''proprietário'' das árvores, e sim o empregado do dono, o sujeito que é incumbido de cuidar delas.

Foi a partir do início do movimento socialista, com o bizarro Charles Fourier, que as mulheres trabalhadoras se reanimaram. Fourier foi o primeiro filósofo a desenvolver de maneira consequente uma linha de pensamento e ação solidária com o gênero feminino.
Em aberta reação contra o machismo, Fourier questionou o casamento monogâmico, considerando-o uma nova forma de escravidão imposta à mulher. E levou sua solidariedade ao ponto de incitar a mulher casada a cometer adultério.
Assumiu uma posição cuja audácia ainda hoje causa forte impressão nos que a descobrem.

O movimento socialista criou um espaço que se abriu para as mulheres, ajudando-as a passar, no século 19, da esfera doméstica, da vida privada, para a esfera pública, dos conflitos políticos. Até hoje, porém, essa passagem está cheia de obstáculos.
(...)
IN A mulher e o machismo
Leandro Konder - Filósofo



FONTE: http://www.rosaleonor.blogspot.com/2005_03_01_archive.html

LÁGRIMAS OCULTAS

sexta-feira, 2 de março de 2007

quinta-feira, 1 de março de 2007

VAGÃO DE VOZES.


Eu não falo por mim.
Sou apenas o vagão da frente do trem,
Carrego atrás muitas mulheres
E suas vozes me falam...
Muitas almas presas
Mulheres tímidas
Desencontradas...
Vagando como eu.
Em busca de respostas...
Amor, liberdade e coragem.
Eu grito mil vozes de mil almas
Grito vivências, quereres...
Eu expresso o que sinto
Não queres ouvir tape os ouvidos
Pois eu não minto.
Não sou mulher pequena e silenciosa
Que cabe em qualquer cantinho...
Não sou mulher de sorrisinhos
Eu danço pelo salão
Quero todos os cantos
Quero sorrisão...
Aquele que vai de uma orelha a outra
Quero rir sempre.
E se chorar, não chorarei sozinha
Muitas chorarão comigo.
Todas as mulheres do vagão.

Carolina Salcides

PROFESSORA

ESPERO



Assim espero um dia acontecer
Ao anoitecer, poder ler todos versos que fiz
à você.
Através das letras expor todo sentimento
Que ainda alimento
Que ainda sustenta minh'alma.
Por isso creio na fantasia
E ainda faço poesia
Pra alimentar toda essa emoção
Assim aliviar meu coração.

CLARICE LISPECTOR