sábado, 10 de março de 2007

REFLEXÃO


“A atividade de Vida designada como sentimento é o ponto menos resguardado da consciência humana. É a energia acumuladora, pela qual os pensamentos são impelidos para dentro da substância atômica, e assim, pensamentos se tornam coisas. Advirto-os: a necessidade de vigilância sobre o sentimento nunca será demasiadamente encarecida, porque o controle das emoções desempenha o papel mais importante em tudo na Vida, mantendo o equilíbrio da mente, a saúde do corpo, sucesso e realização nos negócios e no círculo social do eu pessoal de todo indivíduo. Pensamentos nunca poderão se converter em coisas, enquanto não se revestirem de sentimento.

Trecho mens. de Saint Germain.

quinta-feira, 8 de março de 2007

DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES



ESCOLHI ESSE TEXTO PRA HOJE!*
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ELAS*******************************

ELAS ****NELSON BOTTER

Pois é, hombres, e elas chegaram lá!, conquistaram seu devido espaço, cabeça a cabeça com os amigos, namorados, maridos, vizinhos, conhecidos, colegas, primos, tios, etc; E olha, digo mais, nós do clube do Bolinha estamos todos confrontados e assustados, rabinho entre as pernas, pois sabemos que elas têm muito mais garra, mais comprometimento, mais responsabilidade, enfim, dão de dez em qualquer um de nós, barbados, pobres gaiatos, ai, ai, ai, coitados de nós, os confrontados e assustados!



É que pensávamos que dominaríamos o mundo para sempre, meninos tolos, não percebemos que ao darmos a mão - ha ha ha! - nos arrancariam logo os dois braços!, espertinhas, que dor mais necessária, deliciosa, que veio em boa hora, loucas!, que levem tudo de meu corpo e me tragam alegria e sensibilidade, lindas!, benditas sejam, criaturas perfeitas, diabólicas, geniais, obra divina do Divino... ou será da Divina? A essas alturas já nem sei, ou melhor, até sei, mas não sou doido de afirmar em praça pública, sabe como é, devo lealdade ao corporativismo masculino...



O segredo delas? Quem souber fica milionário, nem quem as criou sabe, Eva levou para o túmulo. Quando Jung inventou a palavra "complexo" com certeza tinha acordado de salto alto. Elas são a definição exata da complexidade do universo, são as que complicam tudo de maneira bela e ímpar, que sentem profundo, mas profundo mesmo, que são a flor (da pele), o choro e o gozo, mães que lambem e protegem as crias, cheirosas e macias como só elas podem ser. O mistério absoluto se encontra dentro de cada uma delas, nove meses, uma mais linda que a outra, procurando um novo charme a cada olhar, uma nova conquista a cada penteado, unhas, pés, roupas, sapatos, bolsas, brincos, etc e etc e etc; combinações e caprichos de verdadeiras deusas da beleza.



Homens, o que será de nós? Nem reclamar dos gastos delas podemos mais! Piadas de cartão de crédito estão com os dias contados. Hoje as serelepes ganham seu próprio dinheiro, não dependem de ninguém, são chefes-de-família, doces provedoras, mães absolutas, líderes independentes, auto-suficientes, arrojadas, destemidas, competidoras vorazes, vitoriosas no mundo cão... Ah, sou fã número um delas! Essas meninas são irresistíveis. Nos resta, companheiros, a rendição. Joguem suas armas e entreguem-se ao amor de uma pequena, aos afagos meigos que só elas sabem dar e esperar, e retribuam; nossa, como é bom!; beijem-nas como rainhas, acariciem-nas como Cinderelas, mimem-nas como princesas, embalem-nas como Belas Adormecidas, respeitem-nas como cúmplices de nossos crimes perfeitos.



Sim, caros amigos, apesar de toda a atual independência feminina, essas nobres senhoras serão sempre meninas, sempre esperarão por um colinho quente, um abraço carinhoso e apertado, um chameguinho gostoso e protetor, um desses meninos confrontados e assustados com quem possam dividir uma vida, uma casinha, uma cerquinha, filhos correndo no jardim, propaganda de Margarina, vários "oh, happy day!", na constante busca pela verdadeira felicidade.



Afinal de contas, ser mãe é cuidar e ser cuidada, e isso é amar, e isso é uma delícia, e isso é ser mulher... e isso é perfeição.

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BETTY BOOP


Betty Boop é uma personagem de desenho animado que apareceu nas séries de filmes Talkartoon e Betty Boop, produzidas por Max Fleischer e distribuídas por Paramount Pictures. Betty tinha um jeito de garota independente e provocadora, sempre com as pernas de fora, exibindo uma liga. Foi em 1930 que a personagem imigrante judaica começou sua “carreira”, em Dizzy Dishes, espelhando-se nas divas desta década, ao som de muito jazz. Mas Betty Boop ficou famosa mesmo quando interpretou "Boop-Oop-a Doop-Girl", de Helen Kane, e, enfim, entrou para a história, participando de mais de 100 animações. Entretanto, após 1934, o novo Código de Produção impôs uma censura à personagem. Em nome da moralidade, Betty não poderia mais exibir seus decotes nem suas roupas insinuantes. Acredita-se que o comportamento progressivo da personagem era algo para o qual a população americana da época não estava preparada para receber. Afinal, eram tempos de Disney e seus bichinhos felizes e divertidos. Os irmãos Fleischer modificaram a imagem de Betty, vestindo-a até o pescoço. Contudo, mantiveram em evidência o contorno de seus seios sobressaindo das malhas colantes, o que a deixou mais sensual. Em 1939, Betty Boop foi proibida de aparecer nas telas pelo Comitê Moralizador após anos de perseguição. Com sua enorme sensualidade, Betty foi um grande sucesso nas platéias de teatro, e apesar de ter decaído durante a Década de 1930, ela continua popular atualmente por seu ar de sensualidade. Sua última aparição foi no cinema, em 1984, quando fez uma ponta em Uma Cilada para Roger Rabbit com o mesmo biquinho, as mesmas pernas de fora e cinta-liga aparente que lhe é peculiar.

domingo, 4 de março de 2007

VÍDEOS ECLIPSE

http://www.youtube.com/watch?v=Tw_dHy6bQcc

ECLIPSE LUNAR VISTO DE LONDRES

ESSA É MUITO BOA!!!!!!!

BRIGA DE CASAL....
O marido e a mulher não se falavam há uns três dias... Entretanto, o homem se lembrou que no dia seguinte teria uma reunião muito cedo no escritório.
Como precisava levantar cedo, resolveu pedir à mulher para acordá-lo.
Mas para não dar o braço a torcer, escreveu num papel:
"Acorde-me às 6 horas da manhã".
No outro dia, ele levantou e quando olhou no relógio eram 9h 30min.
O homem teve um ataque e pensou:
-"Que absurdo, que falta de consideração, ela nem me acordou..."
Nisto, olhou para a mesa de cabeceira e reparou num papel no qual estava escrito:
"...São seis horas, levanta!!!"
Moral da História:
Não fique sem falar com as mulheres, elas ganham sempre, estão certas sempre e são geniais nas suas vinganças.*

sábado, 3 de março de 2007

DAN BROWN


Foi o homem, e não Deus,
quem criou o conceito de pecado original"

"O Graal é, literariamente, o símbolo antigo do feminino, e o Santo Graal representa a divindade feminina e a Deusa, que por suposto se tinha perdido, suprimida de raíz pela Igreja. O poder da mulher e a sua capacidade para engendrar vida foram noutro tempo algo de muito sagrado, mas representava uma ameaça para a ascenção da Igreja predominantemente masculina e por essa razão a divindade feminina começou a ser diabolizada pela Igreja que considerava a mulher impura. Foi o homem, e não Deus, quem criou o conceito de pecado original, pelo qual dizia a Eva comeu a maçã e provocara a queda da humanidade. A mulher antes sagrada e a que engendrava a vida converteu-se na inimiga. (...)”

IN O CÓDIGO DA VINCI
de Dan Brown

MACHISMO OU MISOGINIA?

MACHISMO OU MISOGINIA?
- ou o medo ancestral das mulheres e do seu poder...

LEIAM ATENTAMENTE O QUE OS HOMENS PENSA(V)AM
DA MULHER ATÉ CHEGARMOS AO MOVIMENTO SOCIALISTA...
(...)
"Voltaire sustentava que as mulheres eram inferiores aos homens, porque ''o sangue delas é mais aquoso''. E Rousseau afirmava: ''toda a educação das mulheres deve ser relativa aos homens''. Elas deveriam ser educadas para ''agradar aos homens, ser-lhes úteis''. Para ''tornar-lhes a vida agradável e doce''.

Antes desses dois bravos pensadores, Montaigne definia o papel que cabia à mulher com três palavras: ''sofrer, obedecer, consentir''.



No século 19, outros autores importantes dizem outras barbaridades. Balzac advertia: ''As mulheres devem aprender muitas coisas, mas só aquelas que convém que elas saibam''. E Byron sustentava que as mulheres só deviam ler livros edificantes, religiosos, ou então livros de cozinha.
(...)
Os intelectuais não são diferentes do comum dos mortais, no que se refere à receptividade de distorções ideológicas. Os líderes políticos também não se distinguem de seus liderados, nesse aspecto.

Napoleão Bonaparte, por exemplo, assegurava: ''A mulher é nossa propriedade e nós não somos propriedade dela. Ela nos dá filhos, nós não damos filhos a ela. Ela é, pois, propriedade, tal como a árvore frutífera é propriedade do jardineiro''. Trata-se - vale a pena ressalvarmos - de uma expressão infeliz, qualquer que seja o plano em que a interpretarmos. De onde Napoleão tirou a idéia de que a árvore frutífera é propriedade do jardineiro? O que nós podemos verificar é que o jardineiro não costuma ser o ''proprietário'' das árvores, e sim o empregado do dono, o sujeito que é incumbido de cuidar delas.

Foi a partir do início do movimento socialista, com o bizarro Charles Fourier, que as mulheres trabalhadoras se reanimaram. Fourier foi o primeiro filósofo a desenvolver de maneira consequente uma linha de pensamento e ação solidária com o gênero feminino.
Em aberta reação contra o machismo, Fourier questionou o casamento monogâmico, considerando-o uma nova forma de escravidão imposta à mulher. E levou sua solidariedade ao ponto de incitar a mulher casada a cometer adultério.
Assumiu uma posição cuja audácia ainda hoje causa forte impressão nos que a descobrem.

O movimento socialista criou um espaço que se abriu para as mulheres, ajudando-as a passar, no século 19, da esfera doméstica, da vida privada, para a esfera pública, dos conflitos políticos. Até hoje, porém, essa passagem está cheia de obstáculos.
(...)
IN A mulher e o machismo
Leandro Konder - Filósofo



FONTE: http://www.rosaleonor.blogspot.com/2005_03_01_archive.html

LÁGRIMAS OCULTAS

sexta-feira, 2 de março de 2007

quinta-feira, 1 de março de 2007

VAGÃO DE VOZES.


Eu não falo por mim.
Sou apenas o vagão da frente do trem,
Carrego atrás muitas mulheres
E suas vozes me falam...
Muitas almas presas
Mulheres tímidas
Desencontradas...
Vagando como eu.
Em busca de respostas...
Amor, liberdade e coragem.
Eu grito mil vozes de mil almas
Grito vivências, quereres...
Eu expresso o que sinto
Não queres ouvir tape os ouvidos
Pois eu não minto.
Não sou mulher pequena e silenciosa
Que cabe em qualquer cantinho...
Não sou mulher de sorrisinhos
Eu danço pelo salão
Quero todos os cantos
Quero sorrisão...
Aquele que vai de uma orelha a outra
Quero rir sempre.
E se chorar, não chorarei sozinha
Muitas chorarão comigo.
Todas as mulheres do vagão.

Carolina Salcides

PROFESSORA

ESPERO



Assim espero um dia acontecer
Ao anoitecer, poder ler todos versos que fiz
à você.
Através das letras expor todo sentimento
Que ainda alimento
Que ainda sustenta minh'alma.
Por isso creio na fantasia
E ainda faço poesia
Pra alimentar toda essa emoção
Assim aliviar meu coração.

CLARICE LISPECTOR